quarta-feira, 10 de junho de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: Almeida Garrett

Introdução (quem foi)

 

José Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett foi um importante poeta e romancista português do século XIX. É considerado um dos mais importantes escritores do romantismo português.

 

Vida Artística 

 

Nasceu na cidade do Porto (Portugal) em 1799 e morreu em 1854, na cidade de Lisboa. Seus romances possuíam um forte caráter dramático. Participou também da política, escrevendo sobre este tema. Produziu textos históricos, críticos e diplomáticos.

 

Possuía um talento flexível para escrever, imprimindo em suas obras uma notável individualidade, elegância e originalidade.

 

Embora tenha se dedicado a vários gêneros literários, foi na poesia e no teatro que mais ganhou destaque. Suas obras “Camões” e “Frei Luis de Sousa” ganharam grande importância no mundo literário.

 

Até os dias atuais é um dos escritores, do século XIX, mais lidos em Portugal. Influenciou as gerações futuras da literatura portuguesa. 

 

Principais obras de Almeida Garrett:

 

- Camões (1825)

 

- Dona Branca (1826)

 

- Adozinda (1828)

 

- Catão (1828)

 

- Romanceiro (1843)

 

- Cancioneiro Geral (1843)

 

- Frei Luis de Sousa (1844)

 

- Flores sem Fruto (1844)

 

- D’o Arco de Santana (1845)

 

- Folhas Caídas (1853)

Fonte do texto: http://m.suapesquisa.com/biografias/almeida_garrett.htm

Os autores e suas épocas: Voltarie

Introdução 

Voltaire era o pseudônimo (apelido) de François-Marie Arouet. Foi um importante ensaísta, escritor e filósofo iluminista francês. Nasceu na cidade de Paris, em 21 de novembro de 1694 e morreu, na mesma cidade, em 30 de novembro de 1778. Durante sua vida escreveu diversos ensaios, romances, poemas e até peças de teatro.

 

Biografia de Voltaire

Voltaire fazia parte de uma família nobre francesa. Estudou num colégio jesuíta da França, onde aprendeu latim e grego.

 

Em 1713, foi designado como secretário da embaixada da França na cidade de Haia (Holanda). Em 1726, em função de uma disputa com um nobre francês, foi preso na Bastilha por cinco meses. Libertado, foi exilado na Inglaterra, onde viveu na cidade de Londres entre os anos de 1726 e 1728.

 

Retornou para a França em 1728 e começou a divulgar idéias filosóficas, desenvolvidas na fase que viveu em Londres. Estas idéias baseavam-se, principalmente, nos pensamentos de Newton e John Locke.

 

Em 1734, publicou uma de suas grandes obras,Cartas Filosóficas, em que defende a liberdade ideológica, a tolerância religiosa e o combate ao fanatismo dogmático.

 

Em 1742, viajou para a cidade de Berlim, onde foi nomeado historiógrafo, acadêmico e cavaleiro da Câmara Real. Em função de conflitos, precisou sair da Alemanha e foi morar na Suíça.

 

Retornou para Paris em 1778, onde morreu neste mesmo ano, no dia 30 de maio.

 

Pensamento e idéias defendidas

- Voltaire foi influenciado, no campo da idéias, pelo cientista Isaac Newton e pelo filósofo John Locke.

 

- Defendia as liberdades civis (de expressão, religiosa e de associação).

 

- Criticou as instituições políticas da monarquia, combatendo o absolutismo. 

 

- Criticou o poder da Igreja Católica e sua interferência no sistema político.

 

- Foi um defensor do livre comércio, contra o controle do estado na economia.

 

- Foi um importante pensador do iluminismo francês e suas idéias influenciaram muito nos processos daRevolução Francesa e de Independência dos Estados Unidos.

 

Principais obras de Voltaire 

Édipo, 1718 

Mariamne, 1724 

La Henriade, 1728 

História de Charles XII, 1730 

Brutus, 1730 

Cartas filosóficas, 1734 

Mondain, 1736 

Epître sur Newton, 1736 

Tratado de Matafísica, 1736 

O infante pródigo, 1736 

Elementos da Filosofia de Newton, 1738 

Zulime, 1740 

Zadig ou o destino, 1748 

Le monde comme il va, 1748 

Nanine, ou le Péjugé vaincu, 1749 

O século de Luis XIV, 1751 

Micrômegas, 1752 

Essai sur les mœurs et l'esprit des Nations, 1756 

Histoire des voyages de Scarmentado écrite par lui-même, 1756 

Le Caffé ou l'Ecossaise, 1760 

Tancredo, 1760 

Histoire d'un bon bramin, 1761 

La Pucelle d'Orléans, 1762 

Tratado sobre a tolerância, 1763 

Dicionário filosófico, 1764 

Jeannot et Colin, 1764 

Petite digression, 1766 

O ingênuo, 1767 

A princesa da Babilônia, 1768 

Questions sur l'Encyclopédie, 1770 

Le Cri du Sang Innocent, 1775 

Dialogues d'Euhémère, 1777 

Irene, 1778 

Agathocle, 1779 

Fonte do texto: http://m.suapesquisa.com/biografias/voltaire.htm

sexta-feira, 5 de junho de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: Molière

Quem foi 

Jean-Baptiste Poquelin, conhecido artisticamente como Molière, foi um importante escritor, ator e dramaturgo francês do século XVII. Nasceu em 15 de janeiro de 1622 na cidade de Paris e faleceu na mesma cidade em 17 de fevereiro de 1673. Ganhou grande destaque no mundo teatral com suas excelentes comédias de tom satírico.

 

Molière é considerado o pai da Comédia Francesa. Em suas peças de teatro, Molière retratou  temas do cotidiano com um olhar crítico e satírico. Mostrou o pedantismo dos falsos sábios, a pretensão dos burgueses enriquecidos, a corrupção em diversos setores sociais e as mentiras dos médicos ignorantes.

 

Molière também retratou de forma extraordinária os grandes defeitos e virtudes da alma humana. Comportamentos e sentimentos como inveja, cobiça, orgulho, avareza e arrogância são objetos importantes para a composição de suas obras.

 

Em função do realismo e do tom cômico de suas obras, Molière recebeu, durante grande parte de sua vida artística, protestos, perseguições e até ameaças. Esta oposição vinha, principalmente, dos setores mais conservadores da sociedade (alta sociedade, Igreja, políticos) incomodados com as temáticas das obras de Molière.

 

Principais obras de Molière 

- As preciosas ridículas (1659)

 

- A Escola de Mulheres (1662)

 

- Tartufo (1664)

 

- O Misantropo (1665)

 

- Médico a força (1666)

 

- O Avarento (1668)

 

- Anfitrião (1668)

 

- O burguês fidalgo (1670)

 

- As sabichonas (1672)

Fonte: http://m.suapesquisa.com/biografias/moliere.htm

Os autores e suas épicas: Francisco Quevedo

Escritor espanhol, Francisco Gómez de Quevedo nasceu em 1580, em Madrid, e morreu em 1645. Era filho do Secretário da Princesa Maria (filha de D. Carlos V da Albânia, Carlos I de Espanha) e da dama de corte da mesma Princesa Maria, o que fez com que Quevedo tivesse desde o início um forte contacto e vivência com o ambiente cortesão. 
Formou-se em Direito, seguindo-se uma formação em Línguas Clássicas e Modernas Contemporâneas, com a variante do Português. A sua forte ligação e interesse pelas Línguas fez com que dominasse, pelo menos, sete línguas. 
Em 1605, começou por publicar a sua primeira poesia: Poderoso Caballero es Don Dinero, onde revela um forte sentimento pessimista em relação à sociedade, contrário ao ambiente social e cultural elevado e riquíssimo a que estava habituado. 
Em 1606, recebeu ordens menores, entrando assim para o Clero, donde viria a desistir pouco tempo depois. Daqui se percebe a influência cristã de Quevedo - embora seguisse uma filosofia estoica, só elegia desta filosofia aquilo que era compatível com o Cristianismo. 
Nesse mesmo ano, começou com grande força a sua produção literária, patrocinado pelo seu grande amigo o Duque de Lemos. 
Em 1620, aparece a primeira publicação completa das suas obras construídas até então. 
Quevedo era possuidor de um espírito terrível; lutador por coerência íntima, batia-se pelos seus elevados ideais, o que lhe trouxe muitas desvantagens em todos os sentidos. A meio do seu percurso de vida social e literária Quevedo foi preso por matar um homem que batia numa mulher e, a partir daqui, iniciou uma vida de clausura: passou de prisão para prisão até que foi exilado na Sicília (que pertencia então ao Reinado de Espanha), ganhando os favores e amizade do Birei da Sicília, o Duque de Ossuna. Voltou assim ao ambiente de corte, mesmo estando em exílio. Entretanto Filipe IV subiu ao poder em Espanha e o Duque de Ossuna é destituído. Quevedo foi novamente desterrado. Ficou preso vários anos e adoeceu gravemente. Quando foi libertado, resistiu por poucos mais anos, acabando por falecer em 1645. 
Quevedo sempre demonstrou ter plena consciência do estado decrépito do seu país, da ruína física e moral de Espanha, o que fez dele um espírito amargo e explosivo que se vai refletir em toda a sua obra. Como consequência, a sua obra é perpassada por duros rasgos de sarcasmo e burla. 
Era visto pela crítica como o escritor espanhol da época com as obras mais amplas e mais fecundas. Toda a sua produção literária é extremamente hiperbolizada, com uma genialidade incrível , onde as personagens não são humanas mas sim fantoches, numa tentativa de representar personagens reais completamente desumanizadas, refletindo a imagem de caricatura grotesca que ele tinha da sua própria sociedade. 
Quevedo sempre mostrou uma infindável capacidade de manipular o vocabulário (vastíssimo) que possuía, jogando sempre com conceitos, jogos de palavras, duplos sentidos e duplas intencionalidades, para provocar ambiguidades nos seus leitores. 
Dada a época literária em que se inseria - o Barroco (século XVII) - Quevedo manifesta o mais puro conceptismo, fruto da corrente Barroca que atravessou. Assim, toda a sua produção é puramente sentimental e não cerebral; as suas obras são um mero processo de interiorização e não um mecanismo formal. 
Demonstrou grande consciência e génio naquilo que escrevia. Todas as figuras de estilo, os processos de compilação de sentidos, são utilizados unicamente para expor o seu pensamento. 
As influências da época literária que atravessou e a sua própria personalidade instável, turbulenta, fazem-nos criar um mundo real próprio através de elementos idealizados - o mundo real que conhece não é idêntico ao que ele criou através de elementos idealizados. 
O conceito de grotesco que perpassa toda a sua obra inverte os mundos, criando o que ele próprio idealiza: utilizando dois planos antagónicos da sociedade - o nobre e o plebeu - relata-nos a degradação do nobre até à vulgaridade e a ascensão do plebeu até à nobreza, dando-nos, assim, o tal mundo ao revés que ele idealizava. 
A sua atitude perante a vida, marcada por um forte conhecimento das coisas e das pessoas, levou-o a uma conduta de puro Estoicismo: pessimismo e incredulidade. A mistura deste forte pensamento estoico e do radicalismo das suas ideias e posturas fizeram-no concluir que "nascer vai ser trocar o claustro materno pelo cárcere da vida". 
Para Quevedo, o mundo era uma prisão, a vida era apenas o caminho até à morte, a morte era o estado em que só o chamado amor poderia dar uma continuidade e o amor era, então, a redenção da morte eterna. Grande escritor do século XVII, Quevedo continua, até hoje, a ser estudado e alvo de inúmeros estudos académicos, dada a sua importância no mundo literário espanhol.

Fonte: http://www.infopedia.pt/$francisco-quevedo

Os autores e suas épocas: Luis de Gôngora

Um dos dos poetas espanhóis mais influentes. Nasceu em 1561, em Córdoba, Espanha, e morreu em 1627, também em Córdoba, vítima de apoplexia ou de embolia. Pouco tempo antes de morrer arrependeu-se da sua escrita satírica. As suas composições poéticas deram origem ao gongorismo, movimento marcado pela densidade da linguagem metafórica de Gôngora. Ficou conhecido pela maneira popular como escreveu romances tradicionais, sonetos, vilancetes, letrilhas e composições menores.
Gôngora estudou na Universidade de Salamanca e rapidamente se tornou famoso. Algum tempo depois recebeu ordenação religiosa, com o objetivo de lhe ser concedido benefício eclesiástico. Foi ordenado padre aos 55 anos, quando foi nomeado capelão da corte espanhola, em Madrid. No entanto, o tipo de vida a que se habituara, jogo, dívidas, criados e carruagens, levou-o a viver com grandes dificuldades económicas até à morte. As cartas e os versos satíricos que escreveu mostram a infelicidade e a ruína financeira, vexadas pelo ressentimento que evocam. Teve fortes partidários e vários inimigos poderosos, nomeadamente Francisco de Quevedo, que o ultrapassou com a sátira cáustica e implacável.
Em 1605 foram incorporadas trinta e sete composições de Gôngora em Las Flores de Poetas Ilustres de España, uma publicação organizada por Pedro Espinosa. A sua obra engloba também Polifemo, um dos poemas mais obscuros da literatura europeia. Os seus trabalhos mais longos e mais importantes,Fábula de Polifemo y Galatea (1612) eSoledades (1613), propositadamente escritos em estilo complexo, provocaram, simultaneamente, o desprezo e a inimizade de uns e os aplausos de outros. Mesmo assim, Gôngora teve sempre bastante sucesso com uma poesia mais simples - alguns romances, letrilhas e sonetos.

Fonte: http://www.infopedia.pt/$luis-de-gongora

terça-feira, 2 de junho de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: William Shakespeare

Quem foi 

 

Shakespeare é considerado um dos mais importantes dramaturgos e escritores de todos os tempos. Seus textos literários são verdadeiras obras de arte e permaneceram vivas até os dias de hoje, onde são retratadas freqüentemente pelo teatro, televisão, cinema e literatura.

 

Biografia resumida e obras 

 

Nasceu em 23 de abril de 1564, na pequena cidade inglesa de Stratford-Avon. Nesta região começa seus estudos e já demonstra grande interesse pela literatura e pela escrita. Com 18 anos de idade casou-se com Anne Hathaway e, com ela, teve três filhos. No ano de 1591 foi morar na cidade de Londres, em busca de oportunidades na área cultural. Começa escrever sua primeira peça, Comédia dos Erros, no ano de 1590 e termina quatro anos depois. Nesta época escreveu aproximadamente 150 sonetos.

 

Embora seus sonetos sejam até hoje considerados os mais lindos de todos os tempos, foi na dramaturgia que ganhou destaque. No ano de 1594, entrou para a Companhia de Teatro de Lord Chamberlain, que possuía um excelente teatro em Londres. Neste período, o contexto histórico favorecia o desenvolvimento cultural e artístico, pois a Inglaterra vivia os tempos de ouro sob o reinado da rainha Elisabeth I. O teatro deste período, conhecido como teatro elisabetano, foi de grande importância. Escreveu tragédias, dramas históricos e comédias que marcam até os dias de hoje o cenário teatral.

 

Os textos de Shakespeare fizeram e ainda fazem sucesso, pois tratam de temas próprios dos seres humanos, independente do tempo histórico. Amor, relacionamentos afetivos, sentimentos, questões sociais, temas políticos e outros assuntos, relacionados a condição humana, são constantes nas obras deste escritor.

 

No ano de 1610, retornou para Stratford, sua cidade natal, local onde escreveu sua última peça, A Tempestade, terminada somente em 1613.  Em 23 de abril de 1616 faleceu o maior dramaturgo de todos os tempos, de causa ainda não identificada  pelos historiadores.

 

Principais obras :

 

- Comédias: O Mercador de Veneza, Sonho de uma noite de verão, A Comédia dos Erros, Os dois fidalgos de Verona, Muito barulho por coisa nenhuma, Noite de reis, Medida por medida, Conto do Inverno, Cimbelino, Megera Domada e A Tempestade.

 

- Tragédias: Tito Andrônico, Romeu e Julieta, Julio César, Macbeth, Antônio e Cleópatra, Coriolano, Timon de Atenas, O Rei Lear, Otelo e Hamlet.

 

- Dramas Históricos: Henrique IV, Ricardo III, Henrique V, Henrique VIII.

 

Frases de Shakespeare:

 

- "Dê a todos seus ouvidos, mas a poucos a sua voz."

- "Antes ter um epitáfio ruim do que a maledicência durante toda a vida."

- "Ser, ou não ser, eis a questão."

- "Sem ser provada, a paciência dura".

- "As mais lindas jóias, sem defeito, com o uso o encanto perdem".

- "Pobre é o amor que pode ser contado".

- "Nada me faz tão feliz quanto possuir um coração que não se esquece de seus amigos".

Fonte:
http://m.suapesquisa.com/shakespeare/

Os autores e suas épicas: Luís de Camões

Quem foi (biogafia resumida e estilo literário)

 

Sabe-se que o maior poeta português, Luís Vaz de Camões, nasceu provavelmente em Lisboa (Portugal), por volta de 1524 e pertenceu a uma família da pequena nobreza, de origem galega.

 

Este poeta do classicismo português possui obras que o coloca a altura dos grandes poetas do mundo. Seu poema épico Os Lusíadas divide-se em dez cantos repartidos em oitavas. Esta epopéia tem como tema os feitos dos portugueses: suas guerras e navegações. 

 

Dono de um estilo de vida boêmio, este escritor lusitano foi freqüentador da Corte, viajou para o Oriente, esteve preso, passou por um naufrágio, foi também processado e terminou em miséria. Seus últimos anos de vida foram na mais completa pobreza. 

 

A bagagem literária deixada pelo escritor é de inestimável valor literário. Ele escreveu poesias líricas e épicas, peças teatrais, sonetos que em sua maior parte são verdadeiras obras de arte. 

 

Criador da linguagem clássica portuguesa,  teve seu reconhecimento e prestígio cada vez mais elevados a partir do século XVI. Faleceu em Lisboa, Portugal, no ano de 1580. Seus livros vendem milhares de exemplares atualmente, sendo que foram traduzidos para diversos idiomas (espanhol, inglês, francês, italiano, alemão entre outros). Seus versos continuam vivos em diversos filmes, músicas e roteiros.

 

Obras de Camões

 

1572- Os Lusíadas

 

Lírica

 

1595 - Amor é fogo que arde sem se ver 

1595 - Eu cantarei o amor tão docemente 

1595 - Verdes são os campos 

1595 - Que me quereis, perpétuas saudades? 

1595 - Sobolos rios que vão 

1595 - Transforma-se o amador na cousa amada 

1595 - Sete anos de pastor Jacob servia 

1595 - Alma minha gentil, que te partiste 

1595 - Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades 

1595 - Quem diz que Amor é falso ou enganoso 

 

Teatro

 

1587 - El-Rei Seleuco.

1587 - Auto de Filodemo.

1587 - Anfitriões

Fonte: http://m.suapesquisa.com/biografias/camoes1/