quarta-feira, 10 de junho de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: Almeida Garrett

Introdução (quem foi)

 

José Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett foi um importante poeta e romancista português do século XIX. É considerado um dos mais importantes escritores do romantismo português.

 

Vida Artística 

 

Nasceu na cidade do Porto (Portugal) em 1799 e morreu em 1854, na cidade de Lisboa. Seus romances possuíam um forte caráter dramático. Participou também da política, escrevendo sobre este tema. Produziu textos históricos, críticos e diplomáticos.

 

Possuía um talento flexível para escrever, imprimindo em suas obras uma notável individualidade, elegância e originalidade.

 

Embora tenha se dedicado a vários gêneros literários, foi na poesia e no teatro que mais ganhou destaque. Suas obras “Camões” e “Frei Luis de Sousa” ganharam grande importância no mundo literário.

 

Até os dias atuais é um dos escritores, do século XIX, mais lidos em Portugal. Influenciou as gerações futuras da literatura portuguesa. 

 

Principais obras de Almeida Garrett:

 

- Camões (1825)

 

- Dona Branca (1826)

 

- Adozinda (1828)

 

- Catão (1828)

 

- Romanceiro (1843)

 

- Cancioneiro Geral (1843)

 

- Frei Luis de Sousa (1844)

 

- Flores sem Fruto (1844)

 

- D’o Arco de Santana (1845)

 

- Folhas Caídas (1853)

Fonte do texto: http://m.suapesquisa.com/biografias/almeida_garrett.htm

Os autores e suas épocas: Voltarie

Introdução 

Voltaire era o pseudônimo (apelido) de François-Marie Arouet. Foi um importante ensaísta, escritor e filósofo iluminista francês. Nasceu na cidade de Paris, em 21 de novembro de 1694 e morreu, na mesma cidade, em 30 de novembro de 1778. Durante sua vida escreveu diversos ensaios, romances, poemas e até peças de teatro.

 

Biografia de Voltaire

Voltaire fazia parte de uma família nobre francesa. Estudou num colégio jesuíta da França, onde aprendeu latim e grego.

 

Em 1713, foi designado como secretário da embaixada da França na cidade de Haia (Holanda). Em 1726, em função de uma disputa com um nobre francês, foi preso na Bastilha por cinco meses. Libertado, foi exilado na Inglaterra, onde viveu na cidade de Londres entre os anos de 1726 e 1728.

 

Retornou para a França em 1728 e começou a divulgar idéias filosóficas, desenvolvidas na fase que viveu em Londres. Estas idéias baseavam-se, principalmente, nos pensamentos de Newton e John Locke.

 

Em 1734, publicou uma de suas grandes obras,Cartas Filosóficas, em que defende a liberdade ideológica, a tolerância religiosa e o combate ao fanatismo dogmático.

 

Em 1742, viajou para a cidade de Berlim, onde foi nomeado historiógrafo, acadêmico e cavaleiro da Câmara Real. Em função de conflitos, precisou sair da Alemanha e foi morar na Suíça.

 

Retornou para Paris em 1778, onde morreu neste mesmo ano, no dia 30 de maio.

 

Pensamento e idéias defendidas

- Voltaire foi influenciado, no campo da idéias, pelo cientista Isaac Newton e pelo filósofo John Locke.

 

- Defendia as liberdades civis (de expressão, religiosa e de associação).

 

- Criticou as instituições políticas da monarquia, combatendo o absolutismo. 

 

- Criticou o poder da Igreja Católica e sua interferência no sistema político.

 

- Foi um defensor do livre comércio, contra o controle do estado na economia.

 

- Foi um importante pensador do iluminismo francês e suas idéias influenciaram muito nos processos daRevolução Francesa e de Independência dos Estados Unidos.

 

Principais obras de Voltaire 

Édipo, 1718 

Mariamne, 1724 

La Henriade, 1728 

História de Charles XII, 1730 

Brutus, 1730 

Cartas filosóficas, 1734 

Mondain, 1736 

Epître sur Newton, 1736 

Tratado de Matafísica, 1736 

O infante pródigo, 1736 

Elementos da Filosofia de Newton, 1738 

Zulime, 1740 

Zadig ou o destino, 1748 

Le monde comme il va, 1748 

Nanine, ou le Péjugé vaincu, 1749 

O século de Luis XIV, 1751 

Micrômegas, 1752 

Essai sur les mœurs et l'esprit des Nations, 1756 

Histoire des voyages de Scarmentado écrite par lui-même, 1756 

Le Caffé ou l'Ecossaise, 1760 

Tancredo, 1760 

Histoire d'un bon bramin, 1761 

La Pucelle d'Orléans, 1762 

Tratado sobre a tolerância, 1763 

Dicionário filosófico, 1764 

Jeannot et Colin, 1764 

Petite digression, 1766 

O ingênuo, 1767 

A princesa da Babilônia, 1768 

Questions sur l'Encyclopédie, 1770 

Le Cri du Sang Innocent, 1775 

Dialogues d'Euhémère, 1777 

Irene, 1778 

Agathocle, 1779 

Fonte do texto: http://m.suapesquisa.com/biografias/voltaire.htm

sexta-feira, 5 de junho de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: Molière

Quem foi 

Jean-Baptiste Poquelin, conhecido artisticamente como Molière, foi um importante escritor, ator e dramaturgo francês do século XVII. Nasceu em 15 de janeiro de 1622 na cidade de Paris e faleceu na mesma cidade em 17 de fevereiro de 1673. Ganhou grande destaque no mundo teatral com suas excelentes comédias de tom satírico.

 

Molière é considerado o pai da Comédia Francesa. Em suas peças de teatro, Molière retratou  temas do cotidiano com um olhar crítico e satírico. Mostrou o pedantismo dos falsos sábios, a pretensão dos burgueses enriquecidos, a corrupção em diversos setores sociais e as mentiras dos médicos ignorantes.

 

Molière também retratou de forma extraordinária os grandes defeitos e virtudes da alma humana. Comportamentos e sentimentos como inveja, cobiça, orgulho, avareza e arrogância são objetos importantes para a composição de suas obras.

 

Em função do realismo e do tom cômico de suas obras, Molière recebeu, durante grande parte de sua vida artística, protestos, perseguições e até ameaças. Esta oposição vinha, principalmente, dos setores mais conservadores da sociedade (alta sociedade, Igreja, políticos) incomodados com as temáticas das obras de Molière.

 

Principais obras de Molière 

- As preciosas ridículas (1659)

 

- A Escola de Mulheres (1662)

 

- Tartufo (1664)

 

- O Misantropo (1665)

 

- Médico a força (1666)

 

- O Avarento (1668)

 

- Anfitrião (1668)

 

- O burguês fidalgo (1670)

 

- As sabichonas (1672)

Fonte: http://m.suapesquisa.com/biografias/moliere.htm

Os autores e suas épicas: Francisco Quevedo

Escritor espanhol, Francisco Gómez de Quevedo nasceu em 1580, em Madrid, e morreu em 1645. Era filho do Secretário da Princesa Maria (filha de D. Carlos V da Albânia, Carlos I de Espanha) e da dama de corte da mesma Princesa Maria, o que fez com que Quevedo tivesse desde o início um forte contacto e vivência com o ambiente cortesão. 
Formou-se em Direito, seguindo-se uma formação em Línguas Clássicas e Modernas Contemporâneas, com a variante do Português. A sua forte ligação e interesse pelas Línguas fez com que dominasse, pelo menos, sete línguas. 
Em 1605, começou por publicar a sua primeira poesia: Poderoso Caballero es Don Dinero, onde revela um forte sentimento pessimista em relação à sociedade, contrário ao ambiente social e cultural elevado e riquíssimo a que estava habituado. 
Em 1606, recebeu ordens menores, entrando assim para o Clero, donde viria a desistir pouco tempo depois. Daqui se percebe a influência cristã de Quevedo - embora seguisse uma filosofia estoica, só elegia desta filosofia aquilo que era compatível com o Cristianismo. 
Nesse mesmo ano, começou com grande força a sua produção literária, patrocinado pelo seu grande amigo o Duque de Lemos. 
Em 1620, aparece a primeira publicação completa das suas obras construídas até então. 
Quevedo era possuidor de um espírito terrível; lutador por coerência íntima, batia-se pelos seus elevados ideais, o que lhe trouxe muitas desvantagens em todos os sentidos. A meio do seu percurso de vida social e literária Quevedo foi preso por matar um homem que batia numa mulher e, a partir daqui, iniciou uma vida de clausura: passou de prisão para prisão até que foi exilado na Sicília (que pertencia então ao Reinado de Espanha), ganhando os favores e amizade do Birei da Sicília, o Duque de Ossuna. Voltou assim ao ambiente de corte, mesmo estando em exílio. Entretanto Filipe IV subiu ao poder em Espanha e o Duque de Ossuna é destituído. Quevedo foi novamente desterrado. Ficou preso vários anos e adoeceu gravemente. Quando foi libertado, resistiu por poucos mais anos, acabando por falecer em 1645. 
Quevedo sempre demonstrou ter plena consciência do estado decrépito do seu país, da ruína física e moral de Espanha, o que fez dele um espírito amargo e explosivo que se vai refletir em toda a sua obra. Como consequência, a sua obra é perpassada por duros rasgos de sarcasmo e burla. 
Era visto pela crítica como o escritor espanhol da época com as obras mais amplas e mais fecundas. Toda a sua produção literária é extremamente hiperbolizada, com uma genialidade incrível , onde as personagens não são humanas mas sim fantoches, numa tentativa de representar personagens reais completamente desumanizadas, refletindo a imagem de caricatura grotesca que ele tinha da sua própria sociedade. 
Quevedo sempre mostrou uma infindável capacidade de manipular o vocabulário (vastíssimo) que possuía, jogando sempre com conceitos, jogos de palavras, duplos sentidos e duplas intencionalidades, para provocar ambiguidades nos seus leitores. 
Dada a época literária em que se inseria - o Barroco (século XVII) - Quevedo manifesta o mais puro conceptismo, fruto da corrente Barroca que atravessou. Assim, toda a sua produção é puramente sentimental e não cerebral; as suas obras são um mero processo de interiorização e não um mecanismo formal. 
Demonstrou grande consciência e génio naquilo que escrevia. Todas as figuras de estilo, os processos de compilação de sentidos, são utilizados unicamente para expor o seu pensamento. 
As influências da época literária que atravessou e a sua própria personalidade instável, turbulenta, fazem-nos criar um mundo real próprio através de elementos idealizados - o mundo real que conhece não é idêntico ao que ele criou através de elementos idealizados. 
O conceito de grotesco que perpassa toda a sua obra inverte os mundos, criando o que ele próprio idealiza: utilizando dois planos antagónicos da sociedade - o nobre e o plebeu - relata-nos a degradação do nobre até à vulgaridade e a ascensão do plebeu até à nobreza, dando-nos, assim, o tal mundo ao revés que ele idealizava. 
A sua atitude perante a vida, marcada por um forte conhecimento das coisas e das pessoas, levou-o a uma conduta de puro Estoicismo: pessimismo e incredulidade. A mistura deste forte pensamento estoico e do radicalismo das suas ideias e posturas fizeram-no concluir que "nascer vai ser trocar o claustro materno pelo cárcere da vida". 
Para Quevedo, o mundo era uma prisão, a vida era apenas o caminho até à morte, a morte era o estado em que só o chamado amor poderia dar uma continuidade e o amor era, então, a redenção da morte eterna. Grande escritor do século XVII, Quevedo continua, até hoje, a ser estudado e alvo de inúmeros estudos académicos, dada a sua importância no mundo literário espanhol.

Fonte: http://www.infopedia.pt/$francisco-quevedo

Os autores e suas épocas: Luis de Gôngora

Um dos dos poetas espanhóis mais influentes. Nasceu em 1561, em Córdoba, Espanha, e morreu em 1627, também em Córdoba, vítima de apoplexia ou de embolia. Pouco tempo antes de morrer arrependeu-se da sua escrita satírica. As suas composições poéticas deram origem ao gongorismo, movimento marcado pela densidade da linguagem metafórica de Gôngora. Ficou conhecido pela maneira popular como escreveu romances tradicionais, sonetos, vilancetes, letrilhas e composições menores.
Gôngora estudou na Universidade de Salamanca e rapidamente se tornou famoso. Algum tempo depois recebeu ordenação religiosa, com o objetivo de lhe ser concedido benefício eclesiástico. Foi ordenado padre aos 55 anos, quando foi nomeado capelão da corte espanhola, em Madrid. No entanto, o tipo de vida a que se habituara, jogo, dívidas, criados e carruagens, levou-o a viver com grandes dificuldades económicas até à morte. As cartas e os versos satíricos que escreveu mostram a infelicidade e a ruína financeira, vexadas pelo ressentimento que evocam. Teve fortes partidários e vários inimigos poderosos, nomeadamente Francisco de Quevedo, que o ultrapassou com a sátira cáustica e implacável.
Em 1605 foram incorporadas trinta e sete composições de Gôngora em Las Flores de Poetas Ilustres de España, uma publicação organizada por Pedro Espinosa. A sua obra engloba também Polifemo, um dos poemas mais obscuros da literatura europeia. Os seus trabalhos mais longos e mais importantes,Fábula de Polifemo y Galatea (1612) eSoledades (1613), propositadamente escritos em estilo complexo, provocaram, simultaneamente, o desprezo e a inimizade de uns e os aplausos de outros. Mesmo assim, Gôngora teve sempre bastante sucesso com uma poesia mais simples - alguns romances, letrilhas e sonetos.

Fonte: http://www.infopedia.pt/$luis-de-gongora

terça-feira, 2 de junho de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: William Shakespeare

Quem foi 

 

Shakespeare é considerado um dos mais importantes dramaturgos e escritores de todos os tempos. Seus textos literários são verdadeiras obras de arte e permaneceram vivas até os dias de hoje, onde são retratadas freqüentemente pelo teatro, televisão, cinema e literatura.

 

Biografia resumida e obras 

 

Nasceu em 23 de abril de 1564, na pequena cidade inglesa de Stratford-Avon. Nesta região começa seus estudos e já demonstra grande interesse pela literatura e pela escrita. Com 18 anos de idade casou-se com Anne Hathaway e, com ela, teve três filhos. No ano de 1591 foi morar na cidade de Londres, em busca de oportunidades na área cultural. Começa escrever sua primeira peça, Comédia dos Erros, no ano de 1590 e termina quatro anos depois. Nesta época escreveu aproximadamente 150 sonetos.

 

Embora seus sonetos sejam até hoje considerados os mais lindos de todos os tempos, foi na dramaturgia que ganhou destaque. No ano de 1594, entrou para a Companhia de Teatro de Lord Chamberlain, que possuía um excelente teatro em Londres. Neste período, o contexto histórico favorecia o desenvolvimento cultural e artístico, pois a Inglaterra vivia os tempos de ouro sob o reinado da rainha Elisabeth I. O teatro deste período, conhecido como teatro elisabetano, foi de grande importância. Escreveu tragédias, dramas históricos e comédias que marcam até os dias de hoje o cenário teatral.

 

Os textos de Shakespeare fizeram e ainda fazem sucesso, pois tratam de temas próprios dos seres humanos, independente do tempo histórico. Amor, relacionamentos afetivos, sentimentos, questões sociais, temas políticos e outros assuntos, relacionados a condição humana, são constantes nas obras deste escritor.

 

No ano de 1610, retornou para Stratford, sua cidade natal, local onde escreveu sua última peça, A Tempestade, terminada somente em 1613.  Em 23 de abril de 1616 faleceu o maior dramaturgo de todos os tempos, de causa ainda não identificada  pelos historiadores.

 

Principais obras :

 

- Comédias: O Mercador de Veneza, Sonho de uma noite de verão, A Comédia dos Erros, Os dois fidalgos de Verona, Muito barulho por coisa nenhuma, Noite de reis, Medida por medida, Conto do Inverno, Cimbelino, Megera Domada e A Tempestade.

 

- Tragédias: Tito Andrônico, Romeu e Julieta, Julio César, Macbeth, Antônio e Cleópatra, Coriolano, Timon de Atenas, O Rei Lear, Otelo e Hamlet.

 

- Dramas Históricos: Henrique IV, Ricardo III, Henrique V, Henrique VIII.

 

Frases de Shakespeare:

 

- "Dê a todos seus ouvidos, mas a poucos a sua voz."

- "Antes ter um epitáfio ruim do que a maledicência durante toda a vida."

- "Ser, ou não ser, eis a questão."

- "Sem ser provada, a paciência dura".

- "As mais lindas jóias, sem defeito, com o uso o encanto perdem".

- "Pobre é o amor que pode ser contado".

- "Nada me faz tão feliz quanto possuir um coração que não se esquece de seus amigos".

Fonte:
http://m.suapesquisa.com/shakespeare/

Os autores e suas épicas: Luís de Camões

Quem foi (biogafia resumida e estilo literário)

 

Sabe-se que o maior poeta português, Luís Vaz de Camões, nasceu provavelmente em Lisboa (Portugal), por volta de 1524 e pertenceu a uma família da pequena nobreza, de origem galega.

 

Este poeta do classicismo português possui obras que o coloca a altura dos grandes poetas do mundo. Seu poema épico Os Lusíadas divide-se em dez cantos repartidos em oitavas. Esta epopéia tem como tema os feitos dos portugueses: suas guerras e navegações. 

 

Dono de um estilo de vida boêmio, este escritor lusitano foi freqüentador da Corte, viajou para o Oriente, esteve preso, passou por um naufrágio, foi também processado e terminou em miséria. Seus últimos anos de vida foram na mais completa pobreza. 

 

A bagagem literária deixada pelo escritor é de inestimável valor literário. Ele escreveu poesias líricas e épicas, peças teatrais, sonetos que em sua maior parte são verdadeiras obras de arte. 

 

Criador da linguagem clássica portuguesa,  teve seu reconhecimento e prestígio cada vez mais elevados a partir do século XVI. Faleceu em Lisboa, Portugal, no ano de 1580. Seus livros vendem milhares de exemplares atualmente, sendo que foram traduzidos para diversos idiomas (espanhol, inglês, francês, italiano, alemão entre outros). Seus versos continuam vivos em diversos filmes, músicas e roteiros.

 

Obras de Camões

 

1572- Os Lusíadas

 

Lírica

 

1595 - Amor é fogo que arde sem se ver 

1595 - Eu cantarei o amor tão docemente 

1595 - Verdes são os campos 

1595 - Que me quereis, perpétuas saudades? 

1595 - Sobolos rios que vão 

1595 - Transforma-se o amador na cousa amada 

1595 - Sete anos de pastor Jacob servia 

1595 - Alma minha gentil, que te partiste 

1595 - Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades 

1595 - Quem diz que Amor é falso ou enganoso 

 

Teatro

 

1587 - El-Rei Seleuco.

1587 - Auto de Filodemo.

1587 - Anfitriões

Fonte: http://m.suapesquisa.com/biografias/camoes1/

sábado, 30 de maio de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: Dante Alighieri

Biografia de Dante Alighieri, obras de Dante Alighieri, poesia italiana, Divina Comédia, literatura italiana medieval, textos literários, escritor medieval

Retrato do grande poeta italiano Dante Alighieri
Retrato do grande poeta italiano Dante Alighieri
Quem foi

Dante Alighieri foi um dos grandes poetas mundialmente conhecidos. Ele nasceu em Florença Itália), no ano de 1265, e faleceu em Ravena (Itália), no ano de 1321.

Este grande artista estudou em sua cidade natal, e, neste mesmo local, iniciou-se na literatura de Virgílio, Estácio e Ovídio.

Seu famoso poema “A Divina Comédia”, é divido em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso. Nesta importante obra da Idade Média, Dante descreve o caminho de sua alma por estes três estágios. 

Embora esta sua grande obra trate dos valores medievais, ela foi capaz de ser valorizada e compreendida mesmo séculos depois.

Obras de Dante Alighieri

- Divina Comédia (obra mais importante e mais conhecida) 

- De Vulgari Eloquentia ("Sobre a Língua vulgar")

- Vita Nova ("Vida Nova")

- Le Rime - ("As rimas")

- Il Convivio - ("O Convívio")

- Monarchia - ("Monarquia")

- "As Epístolas"

- "Éclogas" 

- "Quaestio" de aqua et terra"

Fonte do texto e imagem: http://www.suapesquisa.com/pesquisa/dante.htm




quinta-feira, 28 de maio de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: Roland

Roland Barthes

Nasceu em 12 de novembro de 1915, em Paris. Escritor, sociólogo, filósofo, crítico literário, semiólogo e um dos teóricos da escola estruturalista. Formado em Letras Clássicas, Gramática e Filosofia, tornou-se um crítico dos conceitos teóricos complexos que circularam dentro dos centros educativos franceses na década de 1950. Segundo Francisco Bosco ”a escrita barthesiana está sempre se movendo no intervalo sutil entre o texto de vanguarda (que retarda a fluência da leitura, impondo sobre ela seu próprio e apropriado ritmo) e o texto ’clássico’ (que mantém um compromisso com uma prática confortável da leitura)”. A sua obra, ampla e variada, caracteriza-se inicialmente pela reflexão sobre a condição histórica da linguagem literáriaEm diversos livros tenta demonstrar a pluralidade significativa de um texto literário e a sobrevalorização do texto em vez do signo. Como sociólogo pertence à corrente estruturalista que caracterizou uma boa parte da intelectualidade francesa. Um de seus livros,Roland Barthes por Roland Barthes (1975 na França, 1977 no Brasil), acabou sendo definido pelo que não era: nem uma autobiografia nem um livro de “confissões” (embora com muitos elementos de um e de outro). Noutro livro,Mitologias (1957), disseca os mitos e seus signos ideológicos na sociedade de massa. Um livro essencial para o entendimento da mitologia. Em Fragmentos de um discurso amoroso (1977) elabora um sofisticado estudo lingüístico sobre o sentimentalismo. Além de teórico, mantinha intensa atividade como crítico literário, criador da revista Théâtre Populaire, animador do movimento Nova Crítica, diretor da École Pratique des Hautes Études. Principais obras: O grau zero da escrita (1953); O sistema da moda (1967); S/Z (1970); A câmara clara (1980).Faleceu em 26 de março de 1980.

Fonte: http://www.tirodeletra.com.br/biografia/RolandBarthes.htm

terça-feira, 26 de maio de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: Horácio

QUINTUS HORATIUS

BIOGRAFIA

Poeta lírico, satírico e filósofo latino nascido em Venúsia, posteriormente Venosa, Itália, cuja obra exerceu forte influência sobre os autores renascentistas e classicistas em geral, é considerada modelo de perfeição formal e de conteúdo ético. 

Filho de um de um escravo emancipado e cobrador de impostos, foi educado em Roma e Atenas e estabeleceu-se em Roma como escriba de questores. Após o assassinato de Júlio César (44 a. C.), uniu-se ao grupo republicano e comandou uma legião do exército de Brutus na batalha de Filipos. Apesar da derrota, mas pôde regressar a Roma graças a uma anistia. 

Conseguiu um cargo administrativo e entrou para os círculos literários, sob a proteção do influente Caio Mecenas e tornou-se o primeiro literato profissional romano. Gozou de grande prestígio junto ao Imperador Augusto, que a seu pedido compôs Carmen saeculare (20 a. C.), hino epistolar de caráter litúrgico dedicado a Apolo e Diana. 

Escreveu em latim e sua obra compreendeu quatro livros de odes (Carmina, 19 a. C.), um de epodos, dois de sátiras, os Sermones, dois de epístolas, as Carmem saeculare, escritas em hexâmetros, e a carta aos Pisões, a Arte poética). Seu primeiro livro conhecido Sátiras (35 a. C.), contém dez poemas em que discute questões éticas. 

Os epodos formavam uma coleção de 17 poemas (41- 31 a. C.) e, logo depois publicou seu segundo livro de sátiras (30 a. C.). Sua obra-prima, no entanto, são os três livros de poemas líricos, as Odes (23 a. C.), complementados por um quarto volume (13 a. C.). 

Sua poesia é de tal modo sentenciosa que muitos de seus versos acabaram se tornando provérbios. A influência de sua poesia sobre a literatura deu origem ao Horacianismo. Suas principais obras, de impecável perfeição formal, são dedicadas ao amor, aos dois sexos, ao vinho e a alegria de viver. 

segunda-feira, 25 de maio de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: Homero

Quem foi Homero 

Homero foi um poeta da Grécia Antiga que nasceu e viveu no século VIII a.C. É autor de duas das principais obras da antiguidade: os poemas épicos Ilíada e Odisséia.

Muitos historiadores e pesquisadores da antiguidade não chegaram a uma conclusão sobre se Homero existiu de verdade ou se é um personagem lendário, pois não há provas concretas de sua existência. Suas obras podem ter sido escritas por outros escritores antigos ou são apenas compilações de tradições orais do período.

Biografia de Homero

A vida de Homero mistura lenda e realidade. De acordo com a tradição, Homero era cego e poderia ter nascido em vários locais da Grécia Antiga: Esmirna, Colofón, Atenas, Quios, Rodas, Argos, Ítaca e Salamina.

Sobre a morte de Homero também há muito mistério. De acordo com documentos históricos do século V a.C, ele teria morrida na ilha de Íos.

Pesquisadores modernos afirmam que não há nenhum dado seguro sobre as fontes da antiguidade que falam sobre Homero. De acordo com pesquisas atuais, caso ele tenha existido, é provável que tenha nascido e vivido na zona colonial jônica na Ásia Menor. Esta conclusão é tirada a partir das características lingüísticas de suas obras e as tradições abordadas que são típicas da região jônica.

Alguns pesquisadores afirmam também que a partir das obras, é possível concluir que Homero tinha muito contato com a nobreza da época. 

As obras como fontes históricas

Embora não se saiba muito sobre a vida de Homero, uma certeza é que suas obras são fontes fundamentais para o estudo da história da Grécia Antiga. Os poemas de Homero revelam informações importantes sobre comportamento, cultura, religião, fatos históricos, mitologia grega e a sociedade da Grécia Antiga.

Obras atribuídas a Homero:

Ilíada – poema épico grego, considerado o mais antigo da literatura ocidental. São 15.693 versos que narram os acontecimentos do último ano da Guerra de Tróia (cidade chamada de Ilion pelos gregos). 

Odisséia – são 24 cantos que narram a viagem de volta do herói grego Odisseu (Ulisses) da Guerra de Tróia. São 10 anos de aventuras até chegar na Ilha de Ítaca, onde era rei.

Frases de Homero (atribuídas ao poeta):

-“Na juventude e na beleza a sabedoria é escassa.”
-“A juventude tem um gênio vivo e um juízo débil”.
-“Todo homem sábio ama a esposa que escolheu”.

Fonte: http://m.suapesquisa.com/biografias/homero.htm

domingo, 24 de maio de 2015 | By: André Luis

Décadas de 1960 e 1970 

Surge o realismo fantástico, como na ficção dos argentinos Jorge Luis Borges e Julio Cortázar . Na obra do colombiano Gabriel Garcia Márquez , Cem Anos de Solidão, se misturam o realismo fantástico e o romance de caráter épico. São épicos também alguns dos livros da chilena Isabel Allende autora de A Casa do Espíritos. No Peru, Mario Vargas Llosa é o romancista que ganha prestígio internacional. No México destacam-se Juan Rulfo e Carlos Fuentes, no romance, e Octavio Paz, na poesia.

 

A literatura muda o foco do interesse pelas relações entre o homem e o mundo para uma crítica da natureza da própria ficção. Um dos mais importantes escritores a incorporar essa nova concepção é o italiano Ítalo Calvino.

Fonte do texto: http://m.suapesquisa.com/literatura/

sábado, 23 de maio de 2015 | By: André Luis

Década de 1950: crítica ao consumismo

As obras desta época da História criticam os valores tradicionais e o consumismo exagerado imposto pelo capitalismo, principalmente norte-americano. O poeta Allen Ginsberg e o romancista Jack Kerouac são seus principais representantes. Henry Miller choca a crítica com sua apologia da liberdade sexual na obra Sexus, Plexus, Nexus. Na Rússia,  Vladimir Nabokov faz sucesso com o romance Lolita.

Fonte do texto: http://m.suapesquisa.com/literatura/

Década 1940: a fase pessimista

Os escritores deste momento da História vão negar e evitar as tipos formais e tradicionais. É uma época de revolução e busca de novos caminhos e novos formatos literários.

Principais escritores deste período:  Ernest Hemingway, Gertrude Stein, William Faulkner. S. Eliot, Virginia Woolf , James Joyce, Mário de Sá-Carneiro, Fernando Pessoa, Cesar Vallejo, Pablo Neruda,  Franz Kafka,  Marcel Proust, Vladimir Maiakovski.

Fonte do texto: http://m.suapesquisa.com/literatura/

quarta-feira, 20 de maio de 2015 | By: André Luis

Décadas de 1910 a 1930: fugindo do tradicional

Os escritores deste momento da História vão negar e evitar as tipos formais e tradicionais. É uma época de revolução e busca de novos caminhos e novos formatos literários.

Principais escritores deste período:  Ernest Hemingway, Gertrude Stein, William Faulkner. S. Eliot, Virginia Woolf , James Joyce, Mário de Sá-Carneiro, Fernando Pessoa, Cesar Vallejo, Pablo Neruda,  Franz Kafka,  Marcel Proust, Vladimir Maiakovski.

Fonte do texto: m.suapesquisa.com/literatura/

terça-feira, 19 de maio de 2015 | By: André Luis

Século XIX (segunda metade): O Realismo

     Movimento que mostra de forma crítica a realidade do mundo capitalista e suas contradições. O ser humano é retratado em suas qualidades e defeitos, muitas vezes vitimas de um sistema difícil de vencer.

     Principais representantes:  Gustave Flaubert autor de  Madame Bovary, Charles Dickens (Oliver Twist e David Copperfield), Charlotte Brontë (Jane Eyre), Emily Brontë (O Morro dos Ventos Uivantes), Fiodor Dostoievski, Leon Tolstoi, Eça de Queiroz, Cesário Verde, Antero de Quental e Émile Zola, Eugênio de Castro, Camilo Pessanha, Arthur Rimbaud, Charles Baudelaire.
     No Brasil foi em 1881, com “Memórias Póstumas da Brás Cubas” de Machado de Assis e “O Mulato” de Aluísio Azevedo.
Aluísio de Azevedo


Fonte do texto: www.suapesquisa.com/literatura/ 
www.infoescola.com/literatura/realismo/
Fonte da imagem: basilio.fundaj.gov.br

segunda-feira, 18 de maio de 2015 | By: André Luis

Século XIX (primeira metade): O Romantismo

    No Romantismo há uma valorização da liberdade de criação. A fantasia e o sentimento são muito valorizados, o que permite o surgimento de obras de grande subjetivismo. Há também valorização dos aspectos ligados ao nacionalismo. 
Poetas principais desta época:  Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Giacomo Leopardi, James Fenimore Cooper,  Edgard Allan Poe.
No Brasil, o principal representante foi Machado de Assis que mudou as tendências com seu romance Memórias Póstumas de Brás Cubas.

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Machado de Assis

fonte do texto: www.suapesquisa.com/literatura/
www.revistafantastica.com.br/reportagens/o-romantico-e-o-naturalista/

fonte da imagem: pt.wikipedia.org/wiki/Machado_de_Assis
sábado, 16 de maio de 2015 | By: André Luis

Século XVIII: O Neoclassismo

Época da valorização da razão e da ciência para se chegar ao conhecimento humano. Os filósofos iluministas fizeram duras críticas ao absolutismo. Na França, podemos citar os filósofos Montesquieu, Voltaire, Denis Diderot e D'Alembert, os organizadores da Enciclopédia, e Jean-Jacques Rousseau . Na Inglaterra, os poetas Alexander Pope, John Dryden, William Blake. Na prosa pode-se observar o pleno crescimento do romance.
Obras e autores deste período da História:  Daniel Defoe autor de Robinson Crusoe;  Jonathan Swift (As Viagens de Gulliver ); Samuel Richardson ( Pamela ); Henry Fielding ( Tom Jones );  Laurence Sterne ( Tristram Shandy ). Nessa época, os contos de As Mil e Uma Noites aparecem na Europa em suas primeiras traduções.
Biblioteca Sainte Geneviève, em Paris.


Fonte do texto: www.suapesquisa.com/literatura/
Fonte da imagem: thaa2.wordpress.com/2009/07/23/a-arquitetura-neoclassica/
quinta-feira, 14 de maio de 2015 | By: André Luis

Século XVII

  As idéias da Contra-Reforma marcaram profundamente esta época, principalmente nos países de tradição católica mais forte como, por exemplo, Espanha, Itália e Portugal.  Na França, a oratória sacra é representada por Jacques Bossuet que defendia a origem divina dos reis. Na Espanha, destacam-se os poetas Luís de Gôngora e Francisco de Quevedo. Na Inglaterra, marca significativamente a poesia de John Donne e John Milto

n  autor de O Paraíso Perdido.

Na dramaturgia podemos destacar as obras teatrais do escritor e dramaturgo francês Molière. Molière, atráves da sátira, denunciou de forma realista os grandes defeitos do comportamento humano, principalmente de burgueses e religiosos. Entre suas principais obras, podemos destacar: "Tartufo", "O Avarento" e "O burguês fidalgo".

Representação de Molière


Fonte do texto: www.suapesquisa.com/literatura/
Fonte da imagem: en.wikipedia.org/wiki/Moli%C3%A8re



quarta-feira, 13 de maio de 2015 | By: André Luis

Características do Classicismo

Racionalismo: a razão predomina sobre o sentimento, ou seja, a expressão dos sentimentos era controlada pela razão.Universalismo: os assuntos pessoais ficaram de lado e as verdades universais (de preocupação universal) passaram a ser privilegiadas.Perfeição formal: métrica, rima, correção gramatical, tudo isso passa a ser motivo de atenção e preocupação.Presença da mitologia greco-latinaHumanismo: o homem dessa época se liberta dos dogmas da Igreja e passa a se preocupar com si próprio, valorizando a sua vida aqui na Terra e cultivando a sua capacidade de produzir e conquistar. Porém, a religiosidade não desapareceu por completo.
Fonte do texto: www.infoescola.com/literatura/classicismo/
terça-feira, 12 de maio de 2015 | By: André Luis

Século XVI : O classicismo na História 

Classicismo, ou Quinhentismo (século XV) é o nome dado ao período literário que surgiu na época do Renascimento(Europa séc. XV a XVI). Um período de grandes transformações culturais, políticas e econômicas.

Vários foram os fatores que levaram a tais transformações, dentre eles a crise religiosa (era a época da Reforma Protestante, liderada por Lutero), as grandes navegações (onde o homem foi além dos limites da sua terra) e a invenção da Imprensa que contribuiu muito para a divulgação das obras de vários autores gregos e latinos (cultura clássica) proporcionando mais conhecimento para todos.

Foi na arte renascentista que o antropocentrismo atingiu a sua plenitude, agora, era o homem que passava a ser evidenciado, e não mais Deus.

A arte renascentista se inspirava no mundo greco-romano (Antiguidade Clássica) já que estes também eram antropocêntricos
A arte renascentista se inspirava no mundo greco-romano (Antiguidade Clássica) já que estes também eram antropocêntricos.

domingo, 10 de maio de 2015 | By: André Luis

Séculos XIV ao XVI : Humanismo

Humanismo é um termo relativo ao Renascimento, movimento surgido na Europa, mais precisamente na Itália, que colocava o homem como o centro de todas as coisas existentes no universo.

Nesse período, compreendido entre a transitoriedade da Baixa Idade Média e início da Moderna (séculos XIV a XVI), os avanços científicos começavam a tomar espaço no meio cultural.

A tecnologia começava a se aflorar nos campos da matemática, física, medicina. Nomes como Galileu, Paracelso, Gutenberg, dentre outros, começavam a se despontar, em razão das descobertas feitas por eles.

Galileu Galilei comprova a teoria heliocêntrica que dizia ser o Sol o centro do sistema planetário, defendida anteriormente por Nicolau Copérnico, além de ter construído um telescópio ainda melhor que os inventados anteriormente. Paracelso explora as drogas medicinais e seu uso, enquanto Gutenberg descobre um novo meio de reproduzir livros.

Além disso, a filosofia se desponta como uma atividade intelectual renovada no interesse pelos autores da Antiguidade clássica: Aristótoles, Virgílio, Cícero e Horácio. Por este resgate da Idade Média, este período também é chamado de Classicismo.

A burguesia e a nobreza, classes sociais que despontam no final da Idade Média, passam a dividir o poderio com a Igreja.

É neste contexto cultural que a visão antropocêntrica se instala e influencia todo campo cultural: literatura, música, escultura, artes plásticas.

Na Literatura, os autores italianos que maior influência exerceram foram: Dante Alighieri (Divina Comédia), Petrarca (Cancioneiro) e Bocaccio (Decameron). Os gêneros mais cultivados foram: o lírico, de temática amorosa ou bucólica, e o épico, seguindo os modelos consagrados por Homero (Ilíada e Odisséia) e Virgílio (Eneida).

Podemos denominar Humanismo como ideia surgida no Renascimento que coloca o homem como o centro de interesse e, portanto, em torno do qual tudo acontece.

Homem Virtruviano de Leonardo Da Vinci


fonte do texto: www.brasilescola.com/literatura/humanismo.htm
fonte da imagem: clikaki.com.br/humanismo-resumo/
sábado, 9 de maio de 2015 | By: André Luis

Cantigas de Trovadorismo e músicas contemporâneas


Tempo Ao Tempo Jorge e Mateus

Você já percebeu que quando eu te vejo, eu perco o chão
Que o simples fato de te ouvir
me faz perder toda razão

Quando você chega
Minha mão transpira, minha mente pira
Eu já não sei o que fazer
Já vi que esse lance tá ficando chato
Pois até meus atos não consigo mais conter

Não ligo se você nem tá ligando
Nem tão pouco se importando
Mesmo assim vou te dizer

Já dei tempo ao tempo
Mas o tempo não me ajuda
Se tento te esquecer, só faço te querer
Tá no meu pensamento
Sentimento que não muda
Tô louco pra te ver
Só quero amar você
A música "Tempo ao tempo", da dupla sertaneja Jorge e Mateus, pode ser associada a uma cantiga trovadoresca de amor. Pela letra percebemos que o eu-lírico é masculino e coloca-se em posição de vassalagem quanto è mulher amada e, mesmo que ela não corresponda, ele vai amá-la, podemos percebos isto na estrofe;"Não ligo se você nem tá ligando
Nem tão pouco se importando
Mesmo assim vou te dizer..."
Nas cantigas do travadorismo de amor, o eu-lírico colocava-se como subordinado à amada, por seu amor não ser correspondido, como por exemplo quando ele sofria por amor que não era correspodido mas, mesmo assim, ele à amava de todo coração.
Algumas partes da música "Tempo ao Tempo" que podem ser ligadas às cantigas são as seguintes;
"quando eu te vejo, eu perco o chão "
"te ouvir me faz perder toda razão "
"Quando você chega Minha mão transpira, minha mente pira "
E entre outras e encontram-se no decorrer da letra.
A linguagem textual da música é bastante informal, o que pode-se fazer ter certeza de que é uma música contenporânea, mas ligada direta e indiretamente às cantigas trovadorescas da idade média.

Fonte do texto e imagem:emquemundovives.blogspot.com.br/2011/06/cantigas-de-trovadorismo-e-musicas.html?m=1
sexta-feira, 8 de maio de 2015 | By: André Luis

Séculos XII a XIV : O trovadorismo e as cantigas de escárnio e maldizer

É o período histórico do trovadorismo e das poesias líricas palacianas. O amor impossível e platônico transforma o trovador num vassalo da mulher amada, exemplo do amor cortês. Neste período, também foi comum o poema satírico, representado pelas cantigas de escárnio (crítica indireta) e de maldizer (crítica direta). 




Fonte da imagem: www.jornaldastribos.com.br/trovadorismo-o-que-foi-cantigas-resumo
Fonte do texto:http://www.suapesquisa.com/literatura/
terça-feira, 5 de maio de 2015 | By: André Luis

Século XI : As Canções de Gesta e as Lendas Arturianas

É a época das Canções de Gesta, narrativas anônimas, de tradição oral, que contam aventuras de guerra vividas nos séculos VIII e IX , o período do Império Carolíngio. A mais conhecida é a Chanson de Roland ( Canção de Rolando ) surgida em 1100. Quanto à prosa desenvolvida na Idade Média, destacam-se as novelas de cavalaria, como as que contam as aventuras em busca do Santo Graal (Cálice Sagrado) e as lendas do rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda.


Representação do rei Arthur


Fonte do texto: http://www.suapesquisa.com/literatura/
Fonte da imagem: https://oblogdozarko.wordpress.com/2009/11/01/a-lenda-do-rei-arthur-nas-telonas/
segunda-feira, 4 de maio de 2015 | By: André Luis

Séculos III a X

Após a invasão dos bárbaros germânicos, o povo europeu fica tão ignorante que volta a pensar que a terra era chata se isola, forma-se o feudalismo e a Igreja Católica começa a controlar a produção cultural. A língua (latim) e a civilização latina são preservadas pelos monges nos mosteiros.A partir do século X começam a surgir poemas, principalmente narrando guerras e fatos de heroísmo. Sendo assim a literatura em si, se restringe bastante.

Representação de um feudo da Europa medieval


fonte:http://www.suapesquisa.com/literatura/

sexta-feira, 1 de maio de 2015 | By: André Luis

Séculos I a.C. a II d.C. : A literatura na História de Roma Antiga

Vários estilos que se praticam até hoje, como a sátira, são originários da civilização romana. Entre os escritores romanos do século I a.C. podemos destacar: Lucrécio (A Natureza das Coisas); Catulo e Cícero. Na época de 44 a.C. a 18 d.C., durante o império de Augusto, corresponde uma intensa produção tanto em poesia lírica, com Horácio e Ovídio, quanto em poesia épica, com Virgílio autor de Eneida. A partir do ano 18, tem início o declínio da História do Império Romano, com as invasões germânicas. Neste período destacam-se os poetas Sêneca, Petrônio e Apuleio. 


Fonte: http://www.suapesquisa.com/literatura/
Representação mítica da criação de Remo e Rômulo

O Coliseu
quarta-feira, 29 de abril de 2015 | By: André Luis

As primeiras obras literárias do Ocidente: Ilíada e Odisséia

     UM POUCO A RESPEITO

São os 2 maiores poemas épicos da história, considerados o início da literatura narrativa ocidental"Canto, ó deusa, a cólera de Aquiles" é o verso inicial e o tema central da Ilíada, que em seus mais de 15 000 versos relata a fúria do herói Aquiles, filho de uma deusa e um mortal, e suas trágicas conseqüências na Guerra de Tróia, na qual mata Heitor, o fi lho do rei de Tróia. Odisséia conta as difíceis aventuras que enfrenta Ulisses, rei de Ítaca, e seu retorno para casa após a guerra, onde o esperam sua esposa, Penélope, e o fi lho, Telêmaco. 


QUEM ESCREVEU
Homero foi um dos primeiros poetas da Grécia antiga. Pouco se sabe sobre sua vida, mas calcula-se que tenha nascido por volta dos séculos 8 ou 9 a.C. Pelo menos 7 cidades gregas disputam a honra de ter sido seu berço. Já houve até quem questionasse a própria existência do poeta.

POR QUE MUDOU A HUMANIDADE

Tiveram enorme influência nas manifestações da arte, da literatura e da civilização do Ocidente, e seus personagens e sagas se tornaram símbolos e sínteses de toda a aventura humana. Levados pelas diferenças de estilo de cada poema, estudiosos há séculos discutem a hipótese de cada um dos textos pertencer a um autor diferente. Ou de ambos serem a recomposição de poemas anteriores, da tradição oral, reunidos por um poeta anônimo.



Representação de Aquiles
Representação de Homero


Cavalo de Madeira entrando em Troia
Fonte: http://super.abril.com.br/cotidiano/iliada-odisseia-445920.shtml