sábado, 30 de maio de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: Dante Alighieri

Biografia de Dante Alighieri, obras de Dante Alighieri, poesia italiana, Divina Comédia, literatura italiana medieval, textos literários, escritor medieval

Retrato do grande poeta italiano Dante Alighieri
Retrato do grande poeta italiano Dante Alighieri
Quem foi

Dante Alighieri foi um dos grandes poetas mundialmente conhecidos. Ele nasceu em Florença Itália), no ano de 1265, e faleceu em Ravena (Itália), no ano de 1321.

Este grande artista estudou em sua cidade natal, e, neste mesmo local, iniciou-se na literatura de Virgílio, Estácio e Ovídio.

Seu famoso poema “A Divina Comédia”, é divido em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso. Nesta importante obra da Idade Média, Dante descreve o caminho de sua alma por estes três estágios. 

Embora esta sua grande obra trate dos valores medievais, ela foi capaz de ser valorizada e compreendida mesmo séculos depois.

Obras de Dante Alighieri

- Divina Comédia (obra mais importante e mais conhecida) 

- De Vulgari Eloquentia ("Sobre a Língua vulgar")

- Vita Nova ("Vida Nova")

- Le Rime - ("As rimas")

- Il Convivio - ("O Convívio")

- Monarchia - ("Monarquia")

- "As Epístolas"

- "Éclogas" 

- "Quaestio" de aqua et terra"

Fonte do texto e imagem: http://www.suapesquisa.com/pesquisa/dante.htm




quinta-feira, 28 de maio de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: Roland

Roland Barthes

Nasceu em 12 de novembro de 1915, em Paris. Escritor, sociólogo, filósofo, crítico literário, semiólogo e um dos teóricos da escola estruturalista. Formado em Letras Clássicas, Gramática e Filosofia, tornou-se um crítico dos conceitos teóricos complexos que circularam dentro dos centros educativos franceses na década de 1950. Segundo Francisco Bosco ”a escrita barthesiana está sempre se movendo no intervalo sutil entre o texto de vanguarda (que retarda a fluência da leitura, impondo sobre ela seu próprio e apropriado ritmo) e o texto ’clássico’ (que mantém um compromisso com uma prática confortável da leitura)”. A sua obra, ampla e variada, caracteriza-se inicialmente pela reflexão sobre a condição histórica da linguagem literáriaEm diversos livros tenta demonstrar a pluralidade significativa de um texto literário e a sobrevalorização do texto em vez do signo. Como sociólogo pertence à corrente estruturalista que caracterizou uma boa parte da intelectualidade francesa. Um de seus livros,Roland Barthes por Roland Barthes (1975 na França, 1977 no Brasil), acabou sendo definido pelo que não era: nem uma autobiografia nem um livro de “confissões” (embora com muitos elementos de um e de outro). Noutro livro,Mitologias (1957), disseca os mitos e seus signos ideológicos na sociedade de massa. Um livro essencial para o entendimento da mitologia. Em Fragmentos de um discurso amoroso (1977) elabora um sofisticado estudo lingüístico sobre o sentimentalismo. Além de teórico, mantinha intensa atividade como crítico literário, criador da revista Théâtre Populaire, animador do movimento Nova Crítica, diretor da École Pratique des Hautes Études. Principais obras: O grau zero da escrita (1953); O sistema da moda (1967); S/Z (1970); A câmara clara (1980).Faleceu em 26 de março de 1980.

Fonte: http://www.tirodeletra.com.br/biografia/RolandBarthes.htm

terça-feira, 26 de maio de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: Horácio

QUINTUS HORATIUS

BIOGRAFIA

Poeta lírico, satírico e filósofo latino nascido em Venúsia, posteriormente Venosa, Itália, cuja obra exerceu forte influência sobre os autores renascentistas e classicistas em geral, é considerada modelo de perfeição formal e de conteúdo ético. 

Filho de um de um escravo emancipado e cobrador de impostos, foi educado em Roma e Atenas e estabeleceu-se em Roma como escriba de questores. Após o assassinato de Júlio César (44 a. C.), uniu-se ao grupo republicano e comandou uma legião do exército de Brutus na batalha de Filipos. Apesar da derrota, mas pôde regressar a Roma graças a uma anistia. 

Conseguiu um cargo administrativo e entrou para os círculos literários, sob a proteção do influente Caio Mecenas e tornou-se o primeiro literato profissional romano. Gozou de grande prestígio junto ao Imperador Augusto, que a seu pedido compôs Carmen saeculare (20 a. C.), hino epistolar de caráter litúrgico dedicado a Apolo e Diana. 

Escreveu em latim e sua obra compreendeu quatro livros de odes (Carmina, 19 a. C.), um de epodos, dois de sátiras, os Sermones, dois de epístolas, as Carmem saeculare, escritas em hexâmetros, e a carta aos Pisões, a Arte poética). Seu primeiro livro conhecido Sátiras (35 a. C.), contém dez poemas em que discute questões éticas. 

Os epodos formavam uma coleção de 17 poemas (41- 31 a. C.) e, logo depois publicou seu segundo livro de sátiras (30 a. C.). Sua obra-prima, no entanto, são os três livros de poemas líricos, as Odes (23 a. C.), complementados por um quarto volume (13 a. C.). 

Sua poesia é de tal modo sentenciosa que muitos de seus versos acabaram se tornando provérbios. A influência de sua poesia sobre a literatura deu origem ao Horacianismo. Suas principais obras, de impecável perfeição formal, são dedicadas ao amor, aos dois sexos, ao vinho e a alegria de viver. 

segunda-feira, 25 de maio de 2015 | By: André Luis

Os autores e suas épocas: Homero

Quem foi Homero 

Homero foi um poeta da Grécia Antiga que nasceu e viveu no século VIII a.C. É autor de duas das principais obras da antiguidade: os poemas épicos Ilíada e Odisséia.

Muitos historiadores e pesquisadores da antiguidade não chegaram a uma conclusão sobre se Homero existiu de verdade ou se é um personagem lendário, pois não há provas concretas de sua existência. Suas obras podem ter sido escritas por outros escritores antigos ou são apenas compilações de tradições orais do período.

Biografia de Homero

A vida de Homero mistura lenda e realidade. De acordo com a tradição, Homero era cego e poderia ter nascido em vários locais da Grécia Antiga: Esmirna, Colofón, Atenas, Quios, Rodas, Argos, Ítaca e Salamina.

Sobre a morte de Homero também há muito mistério. De acordo com documentos históricos do século V a.C, ele teria morrida na ilha de Íos.

Pesquisadores modernos afirmam que não há nenhum dado seguro sobre as fontes da antiguidade que falam sobre Homero. De acordo com pesquisas atuais, caso ele tenha existido, é provável que tenha nascido e vivido na zona colonial jônica na Ásia Menor. Esta conclusão é tirada a partir das características lingüísticas de suas obras e as tradições abordadas que são típicas da região jônica.

Alguns pesquisadores afirmam também que a partir das obras, é possível concluir que Homero tinha muito contato com a nobreza da época. 

As obras como fontes históricas

Embora não se saiba muito sobre a vida de Homero, uma certeza é que suas obras são fontes fundamentais para o estudo da história da Grécia Antiga. Os poemas de Homero revelam informações importantes sobre comportamento, cultura, religião, fatos históricos, mitologia grega e a sociedade da Grécia Antiga.

Obras atribuídas a Homero:

Ilíada – poema épico grego, considerado o mais antigo da literatura ocidental. São 15.693 versos que narram os acontecimentos do último ano da Guerra de Tróia (cidade chamada de Ilion pelos gregos). 

Odisséia – são 24 cantos que narram a viagem de volta do herói grego Odisseu (Ulisses) da Guerra de Tróia. São 10 anos de aventuras até chegar na Ilha de Ítaca, onde era rei.

Frases de Homero (atribuídas ao poeta):

-“Na juventude e na beleza a sabedoria é escassa.”
-“A juventude tem um gênio vivo e um juízo débil”.
-“Todo homem sábio ama a esposa que escolheu”.

Fonte: http://m.suapesquisa.com/biografias/homero.htm

domingo, 24 de maio de 2015 | By: André Luis

Décadas de 1960 e 1970 

Surge o realismo fantástico, como na ficção dos argentinos Jorge Luis Borges e Julio Cortázar . Na obra do colombiano Gabriel Garcia Márquez , Cem Anos de Solidão, se misturam o realismo fantástico e o romance de caráter épico. São épicos também alguns dos livros da chilena Isabel Allende autora de A Casa do Espíritos. No Peru, Mario Vargas Llosa é o romancista que ganha prestígio internacional. No México destacam-se Juan Rulfo e Carlos Fuentes, no romance, e Octavio Paz, na poesia.

 

A literatura muda o foco do interesse pelas relações entre o homem e o mundo para uma crítica da natureza da própria ficção. Um dos mais importantes escritores a incorporar essa nova concepção é o italiano Ítalo Calvino.

Fonte do texto: http://m.suapesquisa.com/literatura/

sábado, 23 de maio de 2015 | By: André Luis

Década de 1950: crítica ao consumismo

As obras desta época da História criticam os valores tradicionais e o consumismo exagerado imposto pelo capitalismo, principalmente norte-americano. O poeta Allen Ginsberg e o romancista Jack Kerouac são seus principais representantes. Henry Miller choca a crítica com sua apologia da liberdade sexual na obra Sexus, Plexus, Nexus. Na Rússia,  Vladimir Nabokov faz sucesso com o romance Lolita.

Fonte do texto: http://m.suapesquisa.com/literatura/

Década 1940: a fase pessimista

Os escritores deste momento da História vão negar e evitar as tipos formais e tradicionais. É uma época de revolução e busca de novos caminhos e novos formatos literários.

Principais escritores deste período:  Ernest Hemingway, Gertrude Stein, William Faulkner. S. Eliot, Virginia Woolf , James Joyce, Mário de Sá-Carneiro, Fernando Pessoa, Cesar Vallejo, Pablo Neruda,  Franz Kafka,  Marcel Proust, Vladimir Maiakovski.

Fonte do texto: http://m.suapesquisa.com/literatura/

quarta-feira, 20 de maio de 2015 | By: André Luis

Décadas de 1910 a 1930: fugindo do tradicional

Os escritores deste momento da História vão negar e evitar as tipos formais e tradicionais. É uma época de revolução e busca de novos caminhos e novos formatos literários.

Principais escritores deste período:  Ernest Hemingway, Gertrude Stein, William Faulkner. S. Eliot, Virginia Woolf , James Joyce, Mário de Sá-Carneiro, Fernando Pessoa, Cesar Vallejo, Pablo Neruda,  Franz Kafka,  Marcel Proust, Vladimir Maiakovski.

Fonte do texto: m.suapesquisa.com/literatura/

terça-feira, 19 de maio de 2015 | By: André Luis

Século XIX (segunda metade): O Realismo

     Movimento que mostra de forma crítica a realidade do mundo capitalista e suas contradições. O ser humano é retratado em suas qualidades e defeitos, muitas vezes vitimas de um sistema difícil de vencer.

     Principais representantes:  Gustave Flaubert autor de  Madame Bovary, Charles Dickens (Oliver Twist e David Copperfield), Charlotte Brontë (Jane Eyre), Emily Brontë (O Morro dos Ventos Uivantes), Fiodor Dostoievski, Leon Tolstoi, Eça de Queiroz, Cesário Verde, Antero de Quental e Émile Zola, Eugênio de Castro, Camilo Pessanha, Arthur Rimbaud, Charles Baudelaire.
     No Brasil foi em 1881, com “Memórias Póstumas da Brás Cubas” de Machado de Assis e “O Mulato” de Aluísio Azevedo.
Aluísio de Azevedo


Fonte do texto: www.suapesquisa.com/literatura/ 
www.infoescola.com/literatura/realismo/
Fonte da imagem: basilio.fundaj.gov.br

segunda-feira, 18 de maio de 2015 | By: André Luis

Século XIX (primeira metade): O Romantismo

    No Romantismo há uma valorização da liberdade de criação. A fantasia e o sentimento são muito valorizados, o que permite o surgimento de obras de grande subjetivismo. Há também valorização dos aspectos ligados ao nacionalismo. 
Poetas principais desta época:  Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Giacomo Leopardi, James Fenimore Cooper,  Edgard Allan Poe.
No Brasil, o principal representante foi Machado de Assis que mudou as tendências com seu romance Memórias Póstumas de Brás Cubas.

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Machado de Assis

fonte do texto: www.suapesquisa.com/literatura/
www.revistafantastica.com.br/reportagens/o-romantico-e-o-naturalista/

fonte da imagem: pt.wikipedia.org/wiki/Machado_de_Assis
sábado, 16 de maio de 2015 | By: André Luis

Século XVIII: O Neoclassismo

Época da valorização da razão e da ciência para se chegar ao conhecimento humano. Os filósofos iluministas fizeram duras críticas ao absolutismo. Na França, podemos citar os filósofos Montesquieu, Voltaire, Denis Diderot e D'Alembert, os organizadores da Enciclopédia, e Jean-Jacques Rousseau . Na Inglaterra, os poetas Alexander Pope, John Dryden, William Blake. Na prosa pode-se observar o pleno crescimento do romance.
Obras e autores deste período da História:  Daniel Defoe autor de Robinson Crusoe;  Jonathan Swift (As Viagens de Gulliver ); Samuel Richardson ( Pamela ); Henry Fielding ( Tom Jones );  Laurence Sterne ( Tristram Shandy ). Nessa época, os contos de As Mil e Uma Noites aparecem na Europa em suas primeiras traduções.
Biblioteca Sainte Geneviève, em Paris.


Fonte do texto: www.suapesquisa.com/literatura/
Fonte da imagem: thaa2.wordpress.com/2009/07/23/a-arquitetura-neoclassica/
quinta-feira, 14 de maio de 2015 | By: André Luis

Século XVII

  As idéias da Contra-Reforma marcaram profundamente esta época, principalmente nos países de tradição católica mais forte como, por exemplo, Espanha, Itália e Portugal.  Na França, a oratória sacra é representada por Jacques Bossuet que defendia a origem divina dos reis. Na Espanha, destacam-se os poetas Luís de Gôngora e Francisco de Quevedo. Na Inglaterra, marca significativamente a poesia de John Donne e John Milto

n  autor de O Paraíso Perdido.

Na dramaturgia podemos destacar as obras teatrais do escritor e dramaturgo francês Molière. Molière, atráves da sátira, denunciou de forma realista os grandes defeitos do comportamento humano, principalmente de burgueses e religiosos. Entre suas principais obras, podemos destacar: "Tartufo", "O Avarento" e "O burguês fidalgo".

Representação de Molière


Fonte do texto: www.suapesquisa.com/literatura/
Fonte da imagem: en.wikipedia.org/wiki/Moli%C3%A8re



quarta-feira, 13 de maio de 2015 | By: André Luis

Características do Classicismo

Racionalismo: a razão predomina sobre o sentimento, ou seja, a expressão dos sentimentos era controlada pela razão.Universalismo: os assuntos pessoais ficaram de lado e as verdades universais (de preocupação universal) passaram a ser privilegiadas.Perfeição formal: métrica, rima, correção gramatical, tudo isso passa a ser motivo de atenção e preocupação.Presença da mitologia greco-latinaHumanismo: o homem dessa época se liberta dos dogmas da Igreja e passa a se preocupar com si próprio, valorizando a sua vida aqui na Terra e cultivando a sua capacidade de produzir e conquistar. Porém, a religiosidade não desapareceu por completo.
Fonte do texto: www.infoescola.com/literatura/classicismo/
terça-feira, 12 de maio de 2015 | By: André Luis

Século XVI : O classicismo na História 

Classicismo, ou Quinhentismo (século XV) é o nome dado ao período literário que surgiu na época do Renascimento(Europa séc. XV a XVI). Um período de grandes transformações culturais, políticas e econômicas.

Vários foram os fatores que levaram a tais transformações, dentre eles a crise religiosa (era a época da Reforma Protestante, liderada por Lutero), as grandes navegações (onde o homem foi além dos limites da sua terra) e a invenção da Imprensa que contribuiu muito para a divulgação das obras de vários autores gregos e latinos (cultura clássica) proporcionando mais conhecimento para todos.

Foi na arte renascentista que o antropocentrismo atingiu a sua plenitude, agora, era o homem que passava a ser evidenciado, e não mais Deus.

A arte renascentista se inspirava no mundo greco-romano (Antiguidade Clássica) já que estes também eram antropocêntricos
A arte renascentista se inspirava no mundo greco-romano (Antiguidade Clássica) já que estes também eram antropocêntricos.

domingo, 10 de maio de 2015 | By: André Luis

Séculos XIV ao XVI : Humanismo

Humanismo é um termo relativo ao Renascimento, movimento surgido na Europa, mais precisamente na Itália, que colocava o homem como o centro de todas as coisas existentes no universo.

Nesse período, compreendido entre a transitoriedade da Baixa Idade Média e início da Moderna (séculos XIV a XVI), os avanços científicos começavam a tomar espaço no meio cultural.

A tecnologia começava a se aflorar nos campos da matemática, física, medicina. Nomes como Galileu, Paracelso, Gutenberg, dentre outros, começavam a se despontar, em razão das descobertas feitas por eles.

Galileu Galilei comprova a teoria heliocêntrica que dizia ser o Sol o centro do sistema planetário, defendida anteriormente por Nicolau Copérnico, além de ter construído um telescópio ainda melhor que os inventados anteriormente. Paracelso explora as drogas medicinais e seu uso, enquanto Gutenberg descobre um novo meio de reproduzir livros.

Além disso, a filosofia se desponta como uma atividade intelectual renovada no interesse pelos autores da Antiguidade clássica: Aristótoles, Virgílio, Cícero e Horácio. Por este resgate da Idade Média, este período também é chamado de Classicismo.

A burguesia e a nobreza, classes sociais que despontam no final da Idade Média, passam a dividir o poderio com a Igreja.

É neste contexto cultural que a visão antropocêntrica se instala e influencia todo campo cultural: literatura, música, escultura, artes plásticas.

Na Literatura, os autores italianos que maior influência exerceram foram: Dante Alighieri (Divina Comédia), Petrarca (Cancioneiro) e Bocaccio (Decameron). Os gêneros mais cultivados foram: o lírico, de temática amorosa ou bucólica, e o épico, seguindo os modelos consagrados por Homero (Ilíada e Odisséia) e Virgílio (Eneida).

Podemos denominar Humanismo como ideia surgida no Renascimento que coloca o homem como o centro de interesse e, portanto, em torno do qual tudo acontece.

Homem Virtruviano de Leonardo Da Vinci


fonte do texto: www.brasilescola.com/literatura/humanismo.htm
fonte da imagem: clikaki.com.br/humanismo-resumo/
sábado, 9 de maio de 2015 | By: André Luis

Cantigas de Trovadorismo e músicas contemporâneas


Tempo Ao Tempo Jorge e Mateus

Você já percebeu que quando eu te vejo, eu perco o chão
Que o simples fato de te ouvir
me faz perder toda razão

Quando você chega
Minha mão transpira, minha mente pira
Eu já não sei o que fazer
Já vi que esse lance tá ficando chato
Pois até meus atos não consigo mais conter

Não ligo se você nem tá ligando
Nem tão pouco se importando
Mesmo assim vou te dizer

Já dei tempo ao tempo
Mas o tempo não me ajuda
Se tento te esquecer, só faço te querer
Tá no meu pensamento
Sentimento que não muda
Tô louco pra te ver
Só quero amar você
A música "Tempo ao tempo", da dupla sertaneja Jorge e Mateus, pode ser associada a uma cantiga trovadoresca de amor. Pela letra percebemos que o eu-lírico é masculino e coloca-se em posição de vassalagem quanto è mulher amada e, mesmo que ela não corresponda, ele vai amá-la, podemos percebos isto na estrofe;"Não ligo se você nem tá ligando
Nem tão pouco se importando
Mesmo assim vou te dizer..."
Nas cantigas do travadorismo de amor, o eu-lírico colocava-se como subordinado à amada, por seu amor não ser correspondido, como por exemplo quando ele sofria por amor que não era correspodido mas, mesmo assim, ele à amava de todo coração.
Algumas partes da música "Tempo ao Tempo" que podem ser ligadas às cantigas são as seguintes;
"quando eu te vejo, eu perco o chão "
"te ouvir me faz perder toda razão "
"Quando você chega Minha mão transpira, minha mente pira "
E entre outras e encontram-se no decorrer da letra.
A linguagem textual da música é bastante informal, o que pode-se fazer ter certeza de que é uma música contenporânea, mas ligada direta e indiretamente às cantigas trovadorescas da idade média.

Fonte do texto e imagem:emquemundovives.blogspot.com.br/2011/06/cantigas-de-trovadorismo-e-musicas.html?m=1
sexta-feira, 8 de maio de 2015 | By: André Luis

Séculos XII a XIV : O trovadorismo e as cantigas de escárnio e maldizer

É o período histórico do trovadorismo e das poesias líricas palacianas. O amor impossível e platônico transforma o trovador num vassalo da mulher amada, exemplo do amor cortês. Neste período, também foi comum o poema satírico, representado pelas cantigas de escárnio (crítica indireta) e de maldizer (crítica direta). 




Fonte da imagem: www.jornaldastribos.com.br/trovadorismo-o-que-foi-cantigas-resumo
Fonte do texto:http://www.suapesquisa.com/literatura/
terça-feira, 5 de maio de 2015 | By: André Luis

Século XI : As Canções de Gesta e as Lendas Arturianas

É a época das Canções de Gesta, narrativas anônimas, de tradição oral, que contam aventuras de guerra vividas nos séculos VIII e IX , o período do Império Carolíngio. A mais conhecida é a Chanson de Roland ( Canção de Rolando ) surgida em 1100. Quanto à prosa desenvolvida na Idade Média, destacam-se as novelas de cavalaria, como as que contam as aventuras em busca do Santo Graal (Cálice Sagrado) e as lendas do rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda.


Representação do rei Arthur


Fonte do texto: http://www.suapesquisa.com/literatura/
Fonte da imagem: https://oblogdozarko.wordpress.com/2009/11/01/a-lenda-do-rei-arthur-nas-telonas/
segunda-feira, 4 de maio de 2015 | By: André Luis

Séculos III a X

Após a invasão dos bárbaros germânicos, o povo europeu fica tão ignorante que volta a pensar que a terra era chata se isola, forma-se o feudalismo e a Igreja Católica começa a controlar a produção cultural. A língua (latim) e a civilização latina são preservadas pelos monges nos mosteiros.A partir do século X começam a surgir poemas, principalmente narrando guerras e fatos de heroísmo. Sendo assim a literatura em si, se restringe bastante.

Representação de um feudo da Europa medieval


fonte:http://www.suapesquisa.com/literatura/

sexta-feira, 1 de maio de 2015 | By: André Luis

Séculos I a.C. a II d.C. : A literatura na História de Roma Antiga

Vários estilos que se praticam até hoje, como a sátira, são originários da civilização romana. Entre os escritores romanos do século I a.C. podemos destacar: Lucrécio (A Natureza das Coisas); Catulo e Cícero. Na época de 44 a.C. a 18 d.C., durante o império de Augusto, corresponde uma intensa produção tanto em poesia lírica, com Horácio e Ovídio, quanto em poesia épica, com Virgílio autor de Eneida. A partir do ano 18, tem início o declínio da História do Império Romano, com as invasões germânicas. Neste período destacam-se os poetas Sêneca, Petrônio e Apuleio. 


Fonte: http://www.suapesquisa.com/literatura/
Representação mítica da criação de Remo e Rômulo

O Coliseu